Jailton Garcia Ramos / Vera Lucia Antunes de Lima / Vitor Manoel Bezerra da Silva
Librería Samer Atenea
Librería Aciertas (Toledo)
Kálamo Books
Librería Perelló (Valencia)
Librería Elías (Asturias)
Donde los libros
Librería Kolima (Madrid)
Librería Proteo (Málaga)
O maracujazeiro-azedo se destaca entre as fruteiras de maior importância econômica e social no semiárido brasileiro. Apesar de ser uma cultura adaptada às condições edafoclimáticas da região semiárida brasileira, a ocorrência de águas salinas acaba por ser um fator limitante para a expansão do seu cultivo. Assim, tecnologias que minimizem os efeitos deletérios do estresse salino sob a cultura, é de extrema importância, a exemplo da aplicação do peróxido de hidrogênio exógeno. Neste sentido, objetivou-se com esta pesquisa avaliar a aplicação exógena do peróxido de hidrogênio como atenuante do estresse salino sob o cultivo do maracujazeiro-azedo cv. BRS Rubi do Cerrado, cultivado sob diferentes condutividades elétricas da água de irrigação e aplicação de peróxido de hidrogênio exógena.Os teores de potássio e sódio na folha do maracujazeiro são maiores com a aplicação da concentração de 45 μM de peróxido de hidrogênio, já sob a produção e qualidade pós-colheita, a concentração de 30 μM diminui os efeitos da salinidade da água de irrigação sob o número de frutos e espessura da casca, e a concentração de 45 μM promove um maior rendimento de polpa.