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O investimento em sacolas plásticas é uma questão global, pois a modernização, o crescimento económico e a construção de nações são processos que causam danos ambientais. Os ugandeses utilizam plásticos de inúmeras maneiras e está a tornar-se difícil dissociar os estilos de vida dessas sacolas. O governo, a comunidade empresarial e a população abraçaram o seu uso, focando-se menos nos seus impactos ambientais substanciais. A infertilidade do solo, a morte de animais, o emaranhamento da vida marinha, a paisagem do país, as inundações, doenças como o cancro, danos na pele e no sistema endócrino - tudo isso decorre do uso de sacos de plástico. O pouco conhecimento sobre os impactos dos sacos de plástico, aliado às contínuas discussões entre os departamentos governamentais - NEMA, Ministério das Finanças, URA, UMA - e à falta de uma política nacional sobre a regulamentação do plástico, afetou significativamente o ambiente. O equilíbrio reside na sensibilização do público e na negociação de estilos de vida alternativos, na aplicação dos princípios do poluidor-pagador e do consumidor-pagador, no incentivo ao uso de materiais reutilizáveis, como tecidos e sisal, no apoio e promoção de programas de reciclagem através da concessão de incentivos e na comparação com as boas práticas de outros países. Isto só pode ser alcançado com uma política nacional forte sobre a regulamentação dos sacos de plástico no Uganda.