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Entre as novas famílias de macromoléculas biológicas, cuja relevância está a tornar-se cada vez mais evidente, encontram-se a quitina e o seu principal derivado, o quitosano. A quitina e o quitosano são dois polissacáridos que se encontram presentes nas paredes celulares da maioria das espécies de fungos. A quitina (poli-N-acetilglucosamina) é o segundo polímero natural mais abundante na natureza a seguir à celulose. Este polímero encontra-se numa vasta gama de fontes naturais, tais como crustáceos, insectos, anelídeos, moluscos, celenterados e é um constituinte comum das paredes celulares dos fungos e das membranas estruturais dos micélios, talos e esporos. Os endófitos foram isolados de quatro plantas medicinais, nomeadamente Adathoda zeylanica (Clarke e Bennet), Coleus aromaticus (Benth), Myrica nagi (Thunb) e Vitex nugundo (Linn). Os fungos edofíticos selecionados para este estudo foram Aspergillus flavus, Botryodiplodia theobromae, Cladosporium cladosporioides, Fusarium Sp. e Phoma Sp. A quitosana foi extraída dos micélios fúngicos utilizando tratamentos alcalinos (NaOH) e ácidos (ácido acético). As quantidades extraídas foram 57mg/g, 25,2mg/g e 31,1mg/g, respetivamente. O quitosano foi analisado por espetroscopia FTIR e os seus espectros foram registados.