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A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que os problemas de saúde mental materna contribuem para uma parte significativa da carga global de doenças. Em 2024, a depressão pós-parto (DPP) afetou mais de 15% das mulheres em todo o mundo, afetando desproporcionalmente aquelas em países de baixa e média renda. De acordo com a OMS, a DPP não tratada contribui para resultados adversos a longo prazo, tanto para as mães como para os bebés, incluindo o comprometimento do desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças e o aumento das taxas de morbidade e mortalidade materna (Ahmad, Alkhatib, & Luo, 2021). A depressão pós-parto é reconhecida como uma das principais causas dos desafios de saúde mental materna, classificando-se como um dos principais fatores que contribuem para a carga de saúde entre as mulheres em idade reprodutiva. Esses desafios são particularmente prevalentes em países em desenvolvimento devido ao acesso limitado aos cuidados de saúde, ao estigma e à falta de consciência sobre a saúde mental (Al-Sabah et al., 2024). Os esforços para lidar com a depressão pós-parto são vitais para melhorar os resultados de saúde materna e infantil em todo o mundo (Ayalew, Atlaw, & Ayenew, 2023).