Librería Samer Atenea
Librería Aciertas (Toledo)
Kálamo Books
Librería Perelló (Valencia)
Librería Elías (Asturias)
Donde los libros
Librería Kolima (Madrid)
Librería Proteo (Málaga)
Embora, após a independência, fosse politicamente incorreto proibir a medicina tradicional nos códigos de saúde pública de muitos países da África Ocidental, tendo em conta os valores identitários que eram defendidos, na prática, a marginalização de que esta medicina tradicional foi vítima durante a colonização perdurou e persiste de forma insidiosa. Sendo a verdadeira colaboração o resultado da ação dos atores no terreno e não de textos legislativos, o presente trabalho tem como objetivo destacar as eventuais reticências dos médicos em relação a essa colaboração, partindo de hipóteses como o desconhecimento da história da ciência médica, a defesa dos interesses da corporação ou ainda a confiança absoluta na ciência como determinantes das suas atitudes. Com base numa metodologia que combina métodos quantitativos e qualitativos, este trabalho chegou à conclusão de que foi através do currículo de formação dos médicos que se tomou deliberadamente a decisão de impor a supremacia da medicina moderna, simplesmente a partir do que se decide incluir ou omitir nos programas de ensino.