Fabienne Louise Juvênc Andrade / Fabio Correia Lima Nepomuceno / Roberta Kelly Mendonça dos Santos
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Por muitos anos, a ventilação mecânica invasiva foi usada como principal estratégia para resolução de quadros de insuficiência respiratória nas unidades de terapia intesiva (UTI), porém nas últimas duas décadas, a ventilação não invasiva com pressão positiva (VNI) vem ganhando notório espaço, e seu uso cresce de maneira vertiginosa, graças aos efeitos positivos observados na prática clínica e aos avanços nos recursos utilizados para aplicação da terapia. A VNI provê assistência ventilatória sem a necessidade de via aérea artificial. Atualmente, ela é considerada primeira linha no tratamento da insuficiência respiratória aguda, uma vez que pode reduzir o número de intubações e complicações relacionadas a esse procedimento, como a mortalidade, o tempo de internamento, além do custo hospitalar. As aplicações clínicas da ventilação não invasiva estão bem estabelecidas na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e no edema agudo de pulmão de origem cardiogênica (EAP) por melhorar, progressivamente, a hipercapnia, a hipoxemia, as trocas gasosas e a ventilação, reduzindo o trabalho respiratório e a sobrecarga muscular.