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Das mazelas do processo civilizatório da única espécie inteligente do nosso planeta, fazer a guerra, com certeza, é a mais estúpida de todas. Nessa obra, escrita parte em ficção e parte com dados históricos que marcaram a Europa do século XVII, a semelhança entre fatos distantes no tempo é narrada tendo como fundo uma das piores guerras de todos os tempos: a Guerra dos Trinta Anos, embate entre católicos e protestantes que dizimou de forma violenta, sanguinária e prepotente quase metade da população do território que viria, mais tarde, ser a Alemanha que conhecemos hoje.Com os combates todos restritos a esta área, a guerra foi travada com a participação de exércitos de vários países da Europa. Uma parte compunha a Liga Católica e era liderada pelo Sacro Império Romano-Germânico, já a outra parte integrava a União Protestante, que tinha como liderança vários reis e príncipes. Os prestamistas judeus também participaram do evento, uma vez que eram financiadores das duas partes. A guerra, que parecia ser o resultado da disputa para ver quem era o “Dono de Deus”, na verdade, era o produto da disputa por poder, territórios e riquezas. O resultado foi fome, morte e degradação dos seres humanos.Dois fatos muito semelhantes, um no tempo atual e outro no século XVII, mostram que, mesmo com o imaginário fantástico, histórias, fatos e circunstâncias se repetem no tempo, mesmo que separados por muitos anos. Ambição, desejos, preconceito… Quando poder, dinheiro e religião andam juntos, até Deus fica preocupado.