Asmaa Mohammed Abdul Satar / Pinar Jabbar Nooruldeen / Sarah Wahedaldin Qader
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Este artigo aborda a existência de tabuletas de argila na antiga Suméria como o primeiro meio de registo, armazenamento e gestão do conhecimento humano. Com o desenvolvimento da escrita como instrumento necessário à administração, à economia e à memória cultural, as instituições sumérias, especialmente os templos e as grandes casas administrativas, começaram a criar salas especiais onde eram armazenadas quantidades crescentes de tabuletas. As proto-bibliotecas e os arquivos são o marco da transição entre o conhecimento que se baseia na memória e os sistemas de dados externos e persistentes. Ao discutir o desenvolvimento destes primeiros ambientes de informação, a obra identifica o modo como os sumérios foram pioneiros nas tradições arquivísticas subsequentes, na organização de bibliotecas e na ideia geral de redes humanas organizadas de conhecimento.