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A imagem conceitual surgiu na década de 1920, da postura crítica de Marcel Duchamp diante do aparecimento, na era industrial, de uma nova dimensão imagética graças à reprodutibilidade da obra de arte por meios da imagem técnica. Porém, foi nos anos de 1960 e 1970, que ocorreu a expansão dessa categoria no meio das artes plásticas. Nesse período histórico, alguns artistas realizaram fotografias com o intuito de tornar visíveis conceitos e ideias concebidas através de um pensamento plástico-visual. A imagem conceitual, proporciona uma estrutura de cognição e imaginação que incita o pensamento e leva o espectador a considerar não somente o que é visto, mas, também, as indagações acerca do que a gerou, do contexto em que foi feita e do discurso que lhe dá amparo. Para demonstrar a riqueza dessa produção, esse estudo buscou reler parte da obra de Yves Klein, Carolee Schneemann, Rudolf Schwarzkogler, Bruce Nauman, Richard Long, Jan Dibbets, Robert Barry, Michael Heizer, Robert Smithson, Dennis Oppenheim, Ana Mendieta e Cindy Sherman. Cada um deles, de forma singular, produziu imagens conceituais que foram importantes para a consolidação da nova categoria na arte contemporânea.