Librería Samer Atenea
Librería Aciertas (Toledo)
Kálamo Books
Librería Perelló (Valencia)
Librería Elías (Asturias)
Donde los libros
Librería Kolima (Madrid)
Librería Proteo (Málaga)
Tendo em conta os rápidos avanços tecnológicos da nossa era, talvez no futuro exista um método fiável para detetar mentiras através de um dispositivo. Com base neste trabalho, é necessário esclarecer se, de um ponto de vista puramente jurídico, um detector de mentiras deste tipo deve ser considerado uma prova admissível em tribunal. O trabalho contém uma breve descrição do funcionamento de um polígrafo, bem como uma visão geral de alguns países onde o detector de mentiras é utilizado em tribunal. O foco principal da argumentação está no princípio nemo tenetur e no direito fundamental à dignidade humana. Através destes dois pilares fundamentais do processo penal, fica claro que a admissibilidade do polígrafo em tribunal não deve ser permitida por motivos puramente jurídicos, mesmo que um dia a fiabilidade de tal dispositivo seja comprovada.