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Tradicionalmente, antes de colocar implantes dentários, os dentes comprometidos eram removidos e as cavidades de extração eram deixadas a cicatrizar com um período de espera de 3-4 meses. Este método de colocação de implantes sujeitava os pacientes a mais intervenções cirúrgicas e a carga do implante era adiada até depois de um período de cicatrização convencional para permitir a osseointegração. Por este motivo, este conceito foi contestado na última década, com o objetivo de reduzir o número de procedimentos cirúrgicos e, assim, encurtar o período de tratamento. Assim, foi desenvolvido um novo protocolo, o conceito de implantação imediata. A implantação pode ser dividida em imediata, retardada e tardia. Na implantação imediata, quando a inserção do implante é feita no alvéolo vazio quando a mucosa está aberta, normalmente imediatamente ou apenas alguns dias após a extração do dente. O cenário ideal envolve uma extração atraumática, a estabilização do implante dentro dos limites do alvéolo de extração preparado, de modo a que este tenha o máximo contacto com o osso recém-preparado, a colocação do implante numa angulação adequada, a clossura primária do retalho cirúrgico, uma cicatrização sem intercorrências e a restauração com uma prótese funcional.