Arto Hämäläinen / Ulf Strohbehn
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Neste livro, somos conduzidos por uma reflexão bíblica e histórica sobre a Grande Comissão, mostrando como a missão, desde a igreja do Novo Testamento até o movimento pentecostal global, sempre exigiu estruturas sustentáveis que unam envio, cuidado e coordenação para alcançar os confins da terra. A missão era a razão de existir da igreja do Novo Testamento. Nascida em Jerusalém pelo Espírito Santo, logo alcançou a Etiópia, Antioquia e, por meio de Paulo, os gentios. Suas igrejas também enviavam missionários, multiplicando obreiros e comunidades por toda a Ásia. Filipos enviou Epafrodito, e mulheres como Febe e Priscila tiveram papel relevante. A missão envolvia envio, cuidado e estruturas sustentáveis. Com o tempo, o caráter missionário enfraqueceu, ficando restrito a mosteiros. Após a Reforma, surgiram sociedades missionárias, e no século XIX William Carey inspirou um novo impulso. O avivamento pentecostal do século XX reacendeu o fervor: as Assembleias de Deus (1914) criaram um modelo prático de missões, seguido por outras denominações. Hoje, com o crescimento das igrejas pentecostais no Sul Global, elas se tornaram a principal força missionária. O desafio atual é organizar estruturas eficazes. Este livro busca refletir sobre a Grande Comissão e oferecer lições bíblicas e históricas para uma missão duradoura.